Deu no jornal: um pedreiro foi pego seduzindo um aspirador-de-pó numa loja. O aspirador-de-pó tem dois grandes olhos desenhados e um tubo que representa o seu nariz. O modelo é chamado de Sérgio Sugador (N.T.: Henry Hoover no original).
http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2008/03/03/nhoover103.xml
Esta história levanta muitas questões. Tudo isso foi algo espontâneo ou o pedreiro olhou para o Sérgio Sugador um dia e pensou “até que rola”?
O que mais me perturba é que o tubo do pequeno Sérgio foi envolvido no ato sexual. O tubo é o NARIZ do coitado, poxa vida! Como é que Sérgio pode aproveitar um sexo nasal? Este pedreiro é um amante egoísta - isso é o tipo de coisa que não consigo perdoar.
O álibi do pedreiro é que ele estava usado o Sérgio para aspirar sua cueca, o que, segundo ele, é uma prática muito comum na Polônia. A principal lição que tiramos disso é que talvez seja importante praticar seu álibi antes de ser pego e evitar dizer a primeira coisa que apareça na sua mente.
Se eu fosse este pedreiro teria dito que sou um membro de um culto e que, por engano, achei que o Sérgio Sugador fosse meu deus. Diria que abri mão de todas as minhas posses e que me ajoelhei diante dele para receber sua benção. Diria para o segurança que me pegou algo como: “se você não gosta do modo como o Senhor Sugador nos presenteia com suas bençãos talvez você devesse ser menos intolerante.” Eu provavelmente tomaria a ofensiva e diria algo como: “Você provavelmente ajoelha diante de um padre e pega uma óstia. Qual é a diferença?”
Vale a pena estar preparado.
Via: The Dilbert Blog
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